Os Quatro Fastasmas do Natal (Parte 2)



Sou terço de ti, que um dia sentirás saudade
Pois nosso tempo sonda a tristeza do adeus
Guiam-nos nas certezas incertas da maturidade
De um filho quem sabe, ou na busca por Deus.

Quero que desfrute da minha insana integridade
Entre estes lapsos e motins desses versos meus
Pois cogito ser o néctar desta nossa doce idade
A amarga constatação de fantasiosos apogeus

E como sobra a intenção em chama bendita
Criará o cristal, das tuas boas lembranças
E fará a jazida de uma memória bonita

Sem questionar a pungente agonia finita
Que finca teu coração de vis esperanças
Terá em ti o nós na tua bela escrita



Não há conhecimento sem profundidade
Não há integridade sem paradigmas.
És amizade.


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