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Mostrando postagens de Setembro, 2009

Prólogo

Brinquedo de papel, pra dizer sobre as coisas reprimidas e sobre tantos outros mundos desenhados, cortados, pintados e colados.... perdidos enfim, no silêncio e solidão.
Um menino descobre o mundo nos moldes que ele mesmo criou. Em suas aventuras ingênuas por debaixo d’água e para além de marte. Lugares mortos pelos homens.
Um menino cria seu castelo e lá vive uma eternidade. Constrói seus sonhos, que tornam-se metas e se perdem entre o caminho todo. Transformam-se em espuma.
Boneco de papel, figura de luxo e rara. Palavras proferidas em gestos mudos e olhares perdidos. Minha vida é contada num cenário fingido. Sou o ator de uma farsa.

Liberdade

De repente você se pergunta: o que és neste mundo? Onde estão as borboletas de nossa intimidade? Onde estarão as palavras daquela nossa verdade? Não há mais paz nem sossego neste silêncio imundo.
Nessa imensidão, tantas coisas pra dizer e fazer E só penso em você... que se faz tão dura comigo. Nunca deixar de ser um bom e sincero amigo. Penso nos teus braços buscar o azul e permanecer.
Mas se és volátil, sem lugar, sem cor, sem gosto. Explica-me, por favor, porque dói tanto gostar. Gosto de pensar em ti, mesmo sem saber o que é amar. Gosto de sonhar contigo, mesmo sendo eu um tosco.