No Tempo do Silêncio

Prefiro as coisas simples,

um pequeno bilhete,

um sorriso perdido entre tanta confusão.

Prefiro o cheiro do teu corpo,

mesmo que agora eu não saiba como ele é.

Prefiro o silêncio da noite,

suas histórias,

suas ambições,

seus devaneios de cavaleiro andante.

Prefiro imaginar os seus beijos,

pois não posso deles desfrutar momentos infinitos.

Prefiro uma música, uma poesia de loucuras,

uma poesia de amor!

Prefiro o seu jeito simples de dizer:

eu te amo.

Eu te amo!

Prefiro a esperança,

as conversas da vida,

e o som do mar.

Se calhar prefiro tudo sem dizer uma só palavra.

Se calhar, prefiro que meus olhos te digam tudo.

Mas se nada der certo, lembre-se eu te amo...

pra sempre.

Comentários

Anônimo disse…
Esse texto conforta o coração. É um afago àquele que está distante;dá alento a quem com ele se identifica,e mais que isso, faz brotar no leitor uma esperança que inaugura a vontade de com ele se identificar.
Ah e o amor nesses tempos...
De certo que se é amor alcança a eternidade, iluminando para sempre a vida daquele que ama e do que é amado. Eis que amar/ser amado é a benção maior que se pode alcançar; é o que dá sentido à existência; é o antídoto de todo mau.
E no tempo do silêncio, onde as palavras podem ser brutas demais, prefiro a leveza sublime do nosso amor.

Postagens mais visitadas deste blog

Gentileza

Reflexos

Sobre o cotidiano